#CampusParty2013: Chefão de mídias sociais da Ford dá dicas para turbinar Facebook e Twitter da sua empresa

Scott Monty, que comanda os perfis mundiais da montadora, ensina alguns macetes

Você cuida das redes sociais de uma empresa, como as contas de Facebook e Twitter? Scott Monty, que gerencia os perfis globais da Ford, deu dicas para quem faz esse tipo de trabalho, com exclusividade, para o R7. Confira o que o especialista sugere, logo abaixo, e melhore o desempenho da sua companhia na internet.

Foco. “Primeira coisa: a empresa precisa entender quem são seus consumidores e onde eles estão. Para que perder tempo em lugares onde você nem sabe se seus consumidores estão lá, se as pessoas que você procura atingir estão lá?”, diz Scott. Ou seja, analise seu público e produza para ele. Não fique “atirando para todo lado”.

24 horas. E saiba que você vai trabalhar muito. Sim, levar tablet, notebook com internet móvel ou smartphone para todo o lado, para ficar postando, é uma coisa comum nessa área. “Se você vai entrar nessa, comprometa-se”, reforça Scott. “Pode ser um trabalho de tempo integral”.

Scott ressalta que o volume de trabalho depende do tamanho da empresa, é claro. Se for uma muito pequena, ela pode não exigir de você uma dedicação de 24 horas (sem exageros). “Uma vez que você entra nele, você se compromete. Você precisa estar lá todos os dias, e precisa ouvir o que seus clientes estão dizendo.”

Comunidade. “Nós levamos um tempo para ter bom conteúdo, responder as questões das pessoas e ajuda-las a resolver seus problemas. E somos parte da comunidade. Então, se alguém entra na nossa comunidade e diz ‘Eu odeio a Ford’, ou ‘A Ford é um lixo’, não somos nós que cuidamos dele, é a comunidade que, de repente, ‘pula em cima’ dessa pessoa e argumenta com ela. Olhar para Facebook e Twitter como apenas outro meio de empurrar mensagens, não vai dar certo. É sobre um diálogo, ouvir primeiro e depois falar.”

Scott também explicou que, antigamente, quando o carro ainda era uma novidade (há cerca de cem anos), se alguém comprava um, todos os vizinhos vinham ver a novidade. Agora, isso acontece nas redes sociais. E se for uma bela foto, a Ford mesmo a promove, para os demais da comunidade. Resumindo, é um “clubinho” que gira em torno da marca.

Marketing geral. “Não adianta apenas criar um Facebook e um Twitter como canais”, diz ele. Você precisa é ver como as redes se encaixam em suas estratégias e metas. “Na Ford, nossa meta é melhorar a imagem da empresa e melhorar a estima dos clientes sobre nossos produtos. Se não estamos fazendo coisas relacionadas a isso, é perda de tempo”. Trace uma meta e a siga. Sair da linha pode ser prejudicial — ou, no mínimo, ineficaz.

Scott também se apresentou no palco Gutemberg da Campus Party 2013, no Anhembi Parque, em São Paulo, nesta quarta-feira (30) — segmento do evento que é dedicado para mídias sociais e blogs — e falou sobre o conceito de Open Innovation, um “fluxo aberto de ideias entre empresa e mercado”.

Fonte: Rafael Calixto Tauil, do R7 - http://bit.ly/Tfl9VF

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